Reabilitado
Vendido
Mesmo ao pé do Técnico, há uma praceta com nome de ilha e com alma de bairro. Num equilíbrio entre as árvores, as luz e a calçada, este edifício de 1914 vive virado para o Jardim Cesário Verde, para não perder o que acontece nos bancos de madeira: miúdos a fumar o primeiro cigarro, pombos a fazerem companhia aos mais velhos, ou um marmita rápida a meio do dia de trabalho.
É um prédio de época, com estrutura antiga, mas com o interior repensado, onde cada fração foi reabilitada com cuidado. Os caixilhos foram trocados, a fachada visivelmente tratada e o elevador renovado. Mas o detalhe mais inesperado está nas traseiras: marquises corridas de ponta a ponta, onde cabe um copo de vinho antes do jantar, um dois para dois de futebol (porque não se joga na sala), ou o próximo clube de leitura. Entre o Saldanha, a Dona Estefânia e o Areeiro, o Faial é para quem gosta de ver árvores da janela.
Porque a primeira coisa que se vê é verde. E é a última que se esquece. A praceta é sossegada, mas cheia de vida. Viver aqui é ter Lisboa por perto e uma sombra logo à porta de casa. Uma marquise que dá gosto usar e vizinhos que acenam mais vezes do que queriam. (Mas faz parte). Um clássico sem cheirar a mofo, este é um prédio com vista para a cidade e para as suas raízes.
| Área Interior (m2) | Área exterior (m2) | Preço | Planta | |
| Cave | 109,13 m² | - | Vendido | - |
| R/C (alto) | 100,52 m² | - | Vendido | |
| 1º | 109,85 m² | 1,2 m² | Vendido | |
| 2º | 109,85 m² | - | Vendido | - |
| 3º | 109,85 m² | 1,2 m² | Vendido | |
| 4º e 5º (duplex) com terraço | 162,04 m² | 18 m2 | Vendido |