O Tomás é o fundador, e quem aponta a direcção. Foi ele quem começou a Reabilita e, sob a sua liderança, a empresa ganhou o rumo que tem hoje. Há quem ache que é engenheiro, outros juram que é arquiteto, e muitos tinham a certeza de que acabaria como velejador olímpico. Na verdade, é um gestor que sempre soube o que queria. Mesmo quando tudo apontava para uma vida na água, decidiu trazer essa energia para aqui.
Se há alguém que já se aventurou em quase todas as áreas, é a Madalena. Tudo começou numa quinta, onde cresceu rodeada de cavalos, e daí seguiu por vários caminhos: finanças, administração, marketing, design de interiores, arquitetura, recursos humanos, IT… já fez um pouco de tudo. Por outras palavras, estudou gestão.
Ainda não o perdemos para a música ou para a fotografia, por isso vamos aproveitando o seu talento na arquitetura. O Pedro está connosco desde 2015 e, enquanto não está a lançar as suas músicas, vai lançando os nossos projetos. Sempre criativo e bem disposto, é o cabecilha de quase todas as operações.
A Francisca pode passar grande parte do tempo em estudos e pesquisas, mas compensa com as suas ações decididas. Arquiteta de profissão, diz que é desorganizada, mas a sua secretária está sempre impecável. Isto para não falar dos ficheiros e pastas do seu computador. É tripeira e mãe de três filhas, o seu maior e mais importante projeto.
Rui, o engenheiro. Do Porto, viveu muitos anos em São Paulo. A urbe é o seu planeta e Londres uma referência. Foi lá que passou pelo negócio dos tapetes. O Rui é um clássico e personifica muito do que aspiramos ser: focado, descontraído, engraçado e muito profissional. Ou, por outras palavras: o clássico Brasileiro.
A Liliana dá conta do recado. Ah pois dá. Na contabilidade e em muitas tarefas que soam divertidíssimas, não há ninguém como ela. Desde que lhe dêem as torradinhas a meio da manhã, alimento para um motor que muito carbura. Gosta de festas, de festinhas, desde o Algarve que é a rainha da noite. Serás, até ao fim.
O António tem alma de obra. No entanto, para nós, trabalha como arquiteto. Não que um pedreiro não desse jeito, mas era a vaga que tínhamos. Sofisticado, largou a talocha para picar pedra no ArchiCAD, onde vai desbravando silenciosamente os mistérios do futuro das nossas obras. Chamamos-lhe o oráculo de Miraflores, qual bola de cristal da construção civil.
A Joana veio da Covilhã. Ela e o seu estojo de sobrevivência. Porque Lisboa abana muito, como toda a gente sabe. Não dorme sem lanterna, água, e aquele rádio com todas as frequências. Tem tudo controlado, quer no mundo real quer no 3D (lá do BIM), e só um cão consegue tirá-la verdadeiramente do sério. É arquiteta de gema, com gosto pelo detalhe e pelas coisas belas, e veste sempre a melhor lã.
O Sebastião estudou engenharia mecânica, mas o que ele gosta mesmo é de betão. A vida vivida num blend de ondas e armaduras, swell e reboco, vagas e betumes. Em Évora não havia surf, por isso Cascais recebeu-o com carinho. E a Reabilita também! Não há nada como um diretor de obra que aprecie um bom bric a brac, hands on. Um must.
A Marta estudou no Porto, na meca dos arquitetos, e foi lá que aprendeu a fazer muitas coisas que não são arquitetura. Fotografias, desenhos, design, bijuteria, dog sitting, etc. Isto enquanto não foi para o Rio, onde a sua sensibilidade rejubilou com as curvas e beleza do mundo carioca. Na Reabilita é gatekeeper da comunicação e marketing mas não dispensa os projetos: esses meninos querem sempre um pouco da sua atenção.
A Marta estudou no Porto, na meca dos arquitetos, e foi lá que aprendeu a fazer muitas coisas que não são arquitetura. Fotografias, desenhos, design, bijuteria, dog sitting, etc. Isto enquanto não foi para o Rio, onde a sua sensibilidade rejubilou com as curvas e beleza do mundo carioca. Na Reabilita é gatekeeper da comunicação e marketing mas não dispensa os projetos: esses meninos querem sempre um pouco da sua atenção.